domingo, 16 de dezembro de 2007


Famalicão, Novembro de 2007

Quando se faz noite na cidade,
A luz adormece.

Mas nem toda!
Em algum lugar, se oferecem brilhos,
Se prometem encontros.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007


Louredo, Dezembro de 2007

Um olhar de rufia...
Em cigano menino.
É mais desejado... que tido.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007


Famalicão, Novembro de 2007

Bem pouco importa o obstáculo...
Seja cordão, muralha ou mar.

Quando o que vale...
Mesmo!
É o supremo gozo,
De o sentir transposto.

domingo, 9 de dezembro de 2007

Museu da indústria Têxtil - VNF - Dezembro de 2007
Que mãos são estas?
Que diferenças elas sustentam...
Das minhas, das tuas...

Ou serão mãos iguais?
Em tudo, iguais!
A outras
Que rejeitam o seu cumprimento.

Ou um sorriso de criança...
Porque o rosto que o transporta...
É … diferente!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007



Quando desconsideramos a diferença
E assumimos a nossa imagem...
Como "único" modelo para a igualdade,
Apenas erguemos barreiras entre nós e os outros.

Algumas, carregadas de agressividade...
Outras de desculpas.
Mas sempre erguidas e graves.

Onde deveriam morar os lamentos?


3 de Dezembro - Dia Internacional das Pessoas com Deficiência

9 de Dezembro - Dia Nacional das Pessoas com Deficiência

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007


Abade de Vermoim, Novembro de 2007

Há maravilha
Em flores de Primavera,
Que se afirmam
E adivinham o Verão.
Que brilham ao sol
E frutificam...

Mas que dizer...
Daquelas que, no Outono,
Nascem
E se fazem ver!

Belas, delicadas,
Inseguras!

domingo, 2 de dezembro de 2007


Avelanoso, Dezembro de 2007


Cada vez são mais as veladas,

Menos as que velam.

Entre um estado e outro...

A espera de quem ... sempre soube esperar.


quinta-feira, 29 de novembro de 2007


VNF Novembro 2007

Há caminhos evidentes.
E outros que nem tanto.
O certo é que ...
Trilhá-los, é sempre um exercício de autonomia.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007



Nem sempre uma lágrima é o fruto do choro.
Nem sempre é o riso que a provoca.
Entre o riso e o choro …
Há um mundo inteiro que vive reflectido numa gota de água,
Enquanto esta durar,
Num olhar triste de menino
Em rugas de avó feliz…
Ou num ramo…
Depois da chuva.

terça-feira, 27 de novembro de 2007



Anos há, em que o Outono é de poucas águas.
Assim… Que remédio tem,
Se não, navegar, ele próprio,
Em águas de Verão.