sábado, 19 de janeiro de 2008

Lágrima em bronze


V. N. Famalicão, Janeiro de 2008

Quando se revela a nascente das lágrimas...

São desfeitos enigmas de choro e de riso,
De dor e de prazer...

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Caminhos

Abade de Vermoim, Janeiro de 2008
Onde é que o andar
Poderá conhecer...
Caminhos sem riscos?

domingo, 13 de janeiro de 2008

Paladar


VNF, Janeiro de 2008

Afinal aonde moram
As papilas do gostar?

No olhar de uma cor?
Na magia de um odor?
Na vertigem de um paladar?

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

D. Fernando


Bragança, Dezembro de 2007

Ao Duque, solicito a silhueta
Que recorta na muralha do castelo.
Me a ceda.
Que por ela, me sinta marca na Terra.

Hoje, em meu dia de Ano Novo...

sábado, 5 de janeiro de 2008

Sol II


Famalicão, Dezembro de 2007
Outras vezes...
Para que a imagem se entenda,
Há que abrir o campo do olhar.
Com este olhar...
Cumprimento aqueles que fizeram questão de acompanhar, o meu, com seus olhares.
A todos os que assim fizeram...
Um ano de 2008 de altíssima qualidade!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Sol I


Famalicão, Dezembro de 2007

Há imagens que nunca farão sentido...
sem a presença de um raio de sol.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007


Bragança (entrada da Vila), Dezembro de 2007

A cada Ano Novo que inicia...
Sempre fazemos promessas de caminhos novos.

E sempre buscaremos uma luz
Que ilumine os nossos passos.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007


Avelanoso, Dezembro de 2007


Porque nos preocuparemos tanto em fechar,
O que atinge o seu melhor significado na situação inversa?

Antes de a porta ser o objecto que barra a passagem...
Não será, a Passagem, em si?

segunda-feira, 24 de dezembro de 2007



Um simples desejo…

Que o Ontem seja digno de ser recordado.
O Hoje, seja sempre um Bom Dia
E o Amanhã seja melhor que os dois!

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007


Póvoa de Varzim, Dezembro de 2007

Entre duas vidas…

Abandonada a existência do servir,
Marcada pela razão da utilidade,
Resta a espera…

Esta, de uma nova vida,
Onde a graciosidade de uma forma
Poderá marcar a submissão do útil ao belo.

Aí se renasce à luz!