segunda-feira, 7 de julho de 2008

Segredos


Que importa o lugar! 2008

Viver cristalino e límpido,
Não será, jamais, deixar de ter segredos!

É da profundidade do olhar de quem nos lê,
Que depende a passagem ....
Para além das primeiras impressões!

É aí que o conhecimento começa!

... aí mora aquilo que somos!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

E eu que era super!


Guimarães, 2008

Este poema triste...
É um poema que existe!

Tantas vezes que acontece,
Nas coisas e nas gentes...

Por isso, há quem padece!

domingo, 22 de junho de 2008

Cor


Famalicão, 2008

Mais do que no mundo que vemos,
A cor dos nossos dias...
Deverá residir no nosso olhar!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mensagem


Guimarães, 2008

Não sairá daqui esta mensagem.
Não a levarei a ninguém!

Basta!
As palavras não se levam a lugar algum.
As palavras são lugares, são seres, são almas, são poderes!

Elas sim ...
São Eu.
Pleno e contraditório...
Fútil e assertivo...
Dito, escrito... tonante!
Confiante?

Por vezes...


... mas tão longe da Palavra!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Caminhos


Famalicão, 2008

De tudo, que todos os dias acontece,
Por acções e vontades,
O que mais marcará o mundo?

Se calhar, os caminhos!

Caminhos surgidos em arquitectura de criança!
Que brinca e se faz!
Que constrói e se forma...
Se dá à equipa, brincando!
Que brinca, aprendendo...
E aprende, vivendo,

... a construir os seus caminhos

Pérolas


Famalicão, 2008

Antes que o dono da luz lhe roube os brilhos,
Leves e singelos véus de prata e graça...
Resistem às aragens matinais e revelam-se,
Em exibicionismos breves, a olhares madrugadores.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Outros olhares


Guimarães, 2008

Não serão únicos, os meus olhares!
Outros os descortinarão, ou não!
Como saber?
Ou... para que saber!

Se os meus, os fixo e os revelo,
Poderia escondê-los ou reservá-los...
Querê-los fixos em outros... mas insondáveis,

...silenciosamente discretos!

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Livre interpretação


Famalicão, 2008

Em malhas onde se pousam olhares,
Podem ter-se lágrimas lembradas.
Podem ler-se dores e angústias.
Podem sofrer-se prisões fechadas.

ou então!
Adivinhar-se mundos pequenos...
Leves sorrisos de criança...
Em que morem brilhos serenos!

domingo, 18 de maio de 2008

Lua


Famalicão, 2008

Se há dias de lua...
Também existirão noites de sol!


... por distintos feitiços!

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Passos


Bragança, 2008

Em caminhos colectivos,
Para a condução dos passos...
Marcam-se rotas, destinos,
Pausas e encontros!

Mas cada um pisa as suas pedras!