quinta-feira, 31 de julho de 2008

Memória


Porto, 2008

Que lugares ...
Guardarão memória do nosso estar?

Por certo aqueles,
Onde ficar algo de nós!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Olhar


Algures, 2008

Se perdido for meu olhar
Por olhares de loucura vã...

Poderá perder-se em olhos de mar
Encontrar-se em olhos de terra sã!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Ímpar


Zaragoza, 2008
Assim serei…
Igual a todos e ímpar!

E nessa bravura de ser…

Não quebrarei pelos dias,
Não afogarei em vendavais,
Nem me apagarei no anonimato!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Segredos


Que importa o lugar! 2008

Viver cristalino e límpido,
Não será, jamais, deixar de ter segredos!

É da profundidade do olhar de quem nos lê,
Que depende a passagem ....
Para além das primeiras impressões!

É aí que o conhecimento começa!

... aí mora aquilo que somos!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

E eu que era super!


Guimarães, 2008

Este poema triste...
É um poema que existe!

Tantas vezes que acontece,
Nas coisas e nas gentes...

Por isso, há quem padece!

domingo, 22 de junho de 2008

Cor


Famalicão, 2008

Mais do que no mundo que vemos,
A cor dos nossos dias...
Deverá residir no nosso olhar!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mensagem


Guimarães, 2008

Não sairá daqui esta mensagem.
Não a levarei a ninguém!

Basta!
As palavras não se levam a lugar algum.
As palavras são lugares, são seres, são almas, são poderes!

Elas sim ...
São Eu.
Pleno e contraditório...
Fútil e assertivo...
Dito, escrito... tonante!
Confiante?

Por vezes...


... mas tão longe da Palavra!

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Caminhos


Famalicão, 2008

De tudo, que todos os dias acontece,
Por acções e vontades,
O que mais marcará o mundo?

Se calhar, os caminhos!

Caminhos surgidos em arquitectura de criança!
Que brinca e se faz!
Que constrói e se forma...
Se dá à equipa, brincando!
Que brinca, aprendendo...
E aprende, vivendo,

... a construir os seus caminhos

Pérolas


Famalicão, 2008

Antes que o dono da luz lhe roube os brilhos,
Leves e singelos véus de prata e graça...
Resistem às aragens matinais e revelam-se,
Em exibicionismos breves, a olhares madrugadores.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Outros olhares


Guimarães, 2008

Não serão únicos, os meus olhares!
Outros os descortinarão, ou não!
Como saber?
Ou... para que saber!

Se os meus, os fixo e os revelo,
Poderia escondê-los ou reservá-los...
Querê-los fixos em outros... mas insondáveis,

...silenciosamente discretos!