segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Nuvem


Famalicão 2008
.
A nuvem que esconde o sol
Pode ser pesada e triste.
Mas é sempre breve!
... enquanto o sol é eterno!

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Pequeno mundo II


Vila do Conde, 2008 (feira de artesanato)

Se formos capazes se sentir serena satisfação e pleno agrado...
No cuidado com o nosso pequeno mundo,

A tarefa dispensará comandos.
E no íntimo...


...residirão secretos prazeres!

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Pequeno mundo


Zaragoza, 2008 (EXPO)

Temos nosso pequeno mundo…
Como perfeito e cristalino!

E sempre …
A sombra, de qualquer perturbação,
Angustía e desespera!

Ou então… Lembra!

Que o nosso pequeno mundo…
É nossa responsabilidade!



… e, com ele, todo o cuidado é pouco!

quinta-feira, 31 de julho de 2008

Memória


Porto, 2008

Que lugares ...
Guardarão memória do nosso estar?

Por certo aqueles,
Onde ficar algo de nós!

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Olhar


Algures, 2008

Se perdido for meu olhar
Por olhares de loucura vã...

Poderá perder-se em olhos de mar
Encontrar-se em olhos de terra sã!

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Ímpar


Zaragoza, 2008
Assim serei…
Igual a todos e ímpar!

E nessa bravura de ser…

Não quebrarei pelos dias,
Não afogarei em vendavais,
Nem me apagarei no anonimato!

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Segredos


Que importa o lugar! 2008

Viver cristalino e límpido,
Não será, jamais, deixar de ter segredos!

É da profundidade do olhar de quem nos lê,
Que depende a passagem ....
Para além das primeiras impressões!

É aí que o conhecimento começa!

... aí mora aquilo que somos!

quarta-feira, 2 de julho de 2008

E eu que era super!


Guimarães, 2008

Este poema triste...
É um poema que existe!

Tantas vezes que acontece,
Nas coisas e nas gentes...

Por isso, há quem padece!

domingo, 22 de junho de 2008

Cor


Famalicão, 2008

Mais do que no mundo que vemos,
A cor dos nossos dias...
Deverá residir no nosso olhar!

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Mensagem


Guimarães, 2008

Não sairá daqui esta mensagem.
Não a levarei a ninguém!

Basta!
As palavras não se levam a lugar algum.
As palavras são lugares, são seres, são almas, são poderes!

Elas sim ...
São Eu.
Pleno e contraditório...
Fútil e assertivo...
Dito, escrito... tonante!
Confiante?

Por vezes...


... mas tão longe da Palavra!