Que araram penedias
Levou-as o futuro prometido
Para longe das serranias.
E assim, há dias de hoje
Em que nem o ar se atreve a quebrar o silêncio.
Para que se sintam vozes de história,
Vozes de gentes em memória
De antigos desassossegos.
Uns com estios
Outros com invernias
E os últimos, com a partida.











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