O olhar só se exerce em distâncias de toque.
Depois ... as brumas!
Elas que encobrem o real
E lhe oferecem a não existência!
Ou então...
Que lhe atribuem mistério bastante
Para que se faça
Magicamente atractivo e voluptuoso!
Para ser, ele todo,
Para lá do mar de todas as descobertas
E de monstros inigualáveis,
O descanso dos sentidos e do ser
O continente da luz
O lugar do prazer!










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