segunda-feira, 17 de maio de 2010
Es(c/tr)ada
domingo, 25 de abril de 2010
Como Cravo de Abril
Sejas de Aliste (Zamora - Espanha) 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Olhar e olhar
sábado, 10 de abril de 2010
Tempo
E as marcas do tempo…
Cada um tem as suas!
Umas são leves, singelas,
Dadas a olhos que as notam, que as percebem…
E que lêem as histórias que contam!
Outras profundas, vincadas,
Que são reveladas nuas,
Assim como foram marcadas,
Na pele, na carne e na alma
Como se fosse destino
Mandado pelas linhas da palma.
quinta-feira, 25 de março de 2010
O fim do tempo

Guimarães, Paço dos Duques de Bragança (2010)
A felicidade não mora lá, onde a escada acaba.
Mesmo que a cor desse lugar seja mais alva,
Mesmo que os desejo de lá chegar seja grande...
A felicidade tem que morar nos dias de cá,
Nos degraus da subida que se fazem de todas as cores.
Umas vezes de alegrias,
Outras vezes de dores.
A felicidade há-de fazer-se aqui,
Com o martelo dos dias,
No ferro bárbaro do tempo!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Saudade

Infinitamente algures
Porque há dias tocados de cinza, que seu ser mora longe,
terça-feira, 2 de março de 2010
Renovo

Bragança (Fevereiro, 2008)
O tempo,
temperado com paciência e serenidade,
garante o amadurecimento ou renovo
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
Eu Menino
Nem que seja por um dia
Crer em gnomos e fadinhas
Acreditar que o destino
Se faz de sonho e de magia
E nas manhãs, bem cedinho,
Se vê, no orvalho, em luzinhas.
Quero ser companheiro da lua
Correr meio mundo num dia
Voar para lá do mar
Fazer léguas de pasmar
E botas de gato, calçar.
Dar aos meus passos magia.
Pintar o sol num sorriso,
Dizer gestos de improviso
Num textinho de mimar.
E com eles encantar
Os pássaros do meu jardim
E as nuvens, que lá no céu,
Se afastam, se juntam e brincam
Com os desenhos que pintam
Em branco, azul e marfim.
Fazer rufar um tambor
Mover exércitos tamanhos
Criar animais estranhos
Que povoam todo o mundo.
Desde bichos doutras eras
A criaturas e feras
Que voam pelas galáxias
Do universo profundo.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Ano Novo
Longe está o desassossego dos dias.
No passado…
Actos findos.
Arquivados por assuntos
Em gavetas de memória.
Umas fechadas,
Outras abertas,
Outras com inscrições no exterior, de caligrafias diversas:
Há nos dias do passado!
E no futuro?
Um caminho como a manhã de ano novo!
Limpo e virgem …
Pronto para o desassossego…
Da construção de memórias.





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