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Lousado (estação da CP), 2009 |
Melhor seria que se livrasse dessa fúria e determinasse o mapa das suas linhas por as viver!
Apenas, com o meu olhar, me comprometo. Só.
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Lousado (estação da CP), 2009 |


Arrimal (Porto de Mós), 2010
Não há como a casa dos nossos amigos como lugar de bem-estar.
Não há como sentir, num gesto de despedida, o abraço da chegada!
E reter, de um adeus ouvido, o mais sincero " Volta sempre".
Não há como... à partida, assumir o regresso!

Serra dos Candeeiros (2010)
A solidão não se mede em metros.
Nem em pés, nem em palmos!
A solidão não se desenha em isométricas num mapa de relações.
A solidão apenas se mede nas faltas que determina, de sorrisos, de afectos...
De abraços!
E o próximo pode estar só, por não ter braços que acolham, nem voz que quebre silêncios.
E as velas, dadas ao vento, levam longe um rumorejo e, nele, palavras pequenas, ditas lentas, em murmúrio que aconchegam e afagam.
Que despertam emoções.
Que fazem cordas e nós...
Que fazem laços e afirmam: