
Famalicão (Casa Das Artes), 2011
Olha como é frio o silêncio do teu corpo
Abandonado nos bastidores da poesia.
Vem ao amor. Abre o desejo e grita.
Ouve teus tons que passam a linha da ribalta
E me penetram em sopro quente e cheio.
Faz-te de mim...
Deixa que o nome que te der
te soe sentido.
Que seja resposta de ser
ao som exercido e partilhado.
Afinal...
antes de dado,
nem era teu...
Nem o som era!









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